Do primeiro contato ao dinheiro na conta.
Da captação do cliente à operação contratada, para qualquer produto: consignado, crédito pessoal, microcrédito, antecipação, precatórios, home equity, veículos e o que mais a operação vender. O produto é cadastro, não código.
Tela real do sistema, com dados fictícios.
O produto é configurado, não programado.
Cada produto tem seu roteiro: margens e limites, faixas de idade × prazo × valor, categorias aceitas, documentos exigidos e regras de compliance, com versão, validade e auditoria. Lançar um produto novo é preencher um roteiro. A esteira e as automações seguem o que o roteiro define.
A operação vive em cinco lugares.
Um sistema de relacionamento, uma planilha de margem, o portal do banco, o aplicativo de mensagem do vendedor e um grupo de e-mail para documentos. Ninguém sabe quantas propostas estão paradas, onde, nem há quanto tempo.
Qualquer produto. Uma ficha por cliente, uma esteira por proposta.
Produto novo entra pela tela — tabela, roteiro, regras, documentos exigidos e etapas da esteira — e passa a valer em todos os canais no mesmo instante: atendimento humano, agente de IA e app do cliente. Sem projeto de desenvolvimento a cada lançamento.
Catálogo multiproduto
Consignado (empréstimo, cartão consignado, cartão benefício, saque parcelado), crédito pessoal, microcrédito, antecipação salarial e de recebíveis, precatórios, home equity, imobiliário e veículos. Estrutura configurável: originador ou órgão pagador → convênio ou canal → produto → tabela de preços → roteiro operacional.
Roteiro por produto
Faixas de idade, perfis de cliente, prazos, limites e regras de elegibilidade definidos por produto, com versionamento e aprovação antes de valer.
Motor de simulação
Um único motor para todas as telas, para o atendimento por IA e para o app do cliente. Cada produto com seu tipo de simulação, entrada por valor ou por parcela, teto efetivo aplicado na hora e toda simulação registrada em trilha imutável.
Esteira de propostas
Esteira visual configurável por produto. A proposta só avança por transições permitidas, com bloqueios nomeados, SLA por etapa e retorno controlado para tratar pendências.
Formalização
Contratos e cédulas por modelo, com numeração sequencial e controle de reemissão. Emissão liberada só após aprovação; assinatura eletrônica com ciclo visível e documento guardado no cofre do cliente.
Pagamentos e análise por produto
Ordens de pagamento para cada desembolso, com comprovante. Portabilidade, refinanciamento e compra de dívida. Análise conforme o produto: margem e averbação no consignado, capacidade de pagamento no crédito livre, título e cedente nos precatórios.
As regras estão no sistema, não no manual.
O cliente é a entidade âncora
A segunda operação da mesma pessoa, anos depois, encontra o histórico inteiro — inclusive o motivo da recusa da primeira.
A proposta é a fonte única do estágio
As outras telas são projeções dela. A matriz de transição é calculada no servidor: a interface nunca duplica a regra.
O mesmo número em todo lugar
O valor que o atendente fala na conversa é o mesmo que sai na proposta, porque é o mesmo cálculo — com IOF financiado e teto efetivo.
Cada produto com suas travas
Na compra de dívida, por exemplo, a proposta só avança para averbação quando todas as quitações estão pagas, e o troco só é liberado depois da averbação confirmada. É impedimento no sistema, não recomendação de processo.
Fornecedor atrás de interface.
Nenhum nome de parceiro dentro do núcleo. Mensageria, discador, birô de dados, averbadora e banco entram por cadastro e mapeamento. O ponto de chamada no produto é o mesmo, seja qual for o fornecedor — trocar é configuração, não projeto.
Comece por um diagnóstico de 30 minutos.
Uma sessão de trabalho, não uma apresentação de produto. Mapeamos a operação como ela é hoje e saímos com a combinação de motores que ela exige — nem mais, nem menos.